


ALBUQUERQUE E LORENA (António de Carvalho e Melo Daun, 6.º Marquês de Pombal). -CARTA Autógrafa, datada de 22 de Maio de 1863, dirigida a João António de Azevedo Coutinho, seu primo, transmitindo-lhe as felicitações pelo seu 57.º aniversário.. - : ,

[ANGOLA - MINAS DE PRATA]. - INTERESSANTÍSSIMO trecho de carta escrita por Alvaro de Cuniga e enviada por anónimo a El Rey (D. Filipe i), datada de 23 de Julho de 1582, dando conta dos sucessos de evangelização em território angolano por parte de missionários enviados para o efeito. Contudo, tais missionários relatam: “que estan a çinco legoas de unas Sierras grandissimas” que segundo os nativos “son las de plata” e “como dicen que es sin comparacion a una maior Riqueza que la del Peru”, solicitando mais religiosos para converter aquela terra. Trata-se de uma importante missiva que atesta, em periodo Filipino, a permanência do “mito” do filão de prata na Serra do Cambambe. Algumas versões historiográficas dão-nos conta de que após o envio de Baltazar de Castro por D. Manuel I para explorar a veracidade do sonho da prata angolana, tal mito se teria confirmado como falso. Todavia, o presente documento atesta a solidez da convição ainda em 1582. Curiosamente, e de acordo com notícia recente, segundo a Agência AfroPress, as famosas minas de prata de Cambambe são afinal um facto real e não um sonho histórico. Numa nota oficiosa emanada do Ministério de Geologia e Minas do Governo de Angola, o governo tornou pública a descoberta de vários filões gigantes de prata da mais alta qualidade, perto da comuna de Cafilo-Catilo, no município de Cambambe, a 30 km a Oeste da cidade do Dondo, na Província do Kwanza Norte. O referido filão gigante de prata fina é comparável em tamanho e valor ao famoso filão do Cerro de Potosi, na Bolívia, que produziu em média cerca de 45 toneladas de prata por ano durante mais de 350 anos, desde 1546. . - : ,

Arquivo Gen. Morais Sarmento. - BELO DIPLOMA de atribuição da “Grant of the Dignity of an Honorary Knight Commander of the Order of the Bath” dada por Jorge VI, assinada e com selos brancos, e com averbamento da Chancelaria das Ordens Portuguesas.. - : ,
Arquivo Gen. Morais Sarmento. - CARTA extensa de Armindo Monteiro, datada de 15 de Abril de 1936, assinada, 3 ff.Carta interessantíssima, que patenteia uma reflexão e consciência apurada sobre os dilemas e forças beligerantes que a Europa da Segunda Guerra iria enfrentar. Armindo Monteiro, então Ministro dos Negócios Estrangeiros, dirige-se em forma “particular” ao Major General do Exército tecendo comentários sobre o estado de guerra eminente que se vivia na Europa. “Todos sentem que as sahídas diplomáticas possíveis se vão fechando umas atraz das outras: e só vemos na verdade solução que vão ter, de perto ou de longe, à catástrofe. E o peor é que, por estranha evolução psicológica, os espíritos se estão acomodando a elas”. E no final da missiva apresenta um resumo do cenário geo-estratégico então vivido na Europa: “Tudo o que se passa hoje à nossa volta é extremamente preocupante. Toda a atenção que o político e o militar prestem aos acontecimentos pode dizer-se pouca. Estamos quasi em frente do caos. O desentendimento da França e da Inglaterra, que dia a dia parece agravar-se, é péssimo prenuncio; se dele sahe a falência total da Sociedade das Nações, a Europa fica sem eixo. Os velhos sistemas de equilíbrio diplomático cahiram. E só restará depois, como defeza da paz, a força de cada um, a concordância de interesses de alguns e o favor das circunstâncias. Não se, quanto a nós, tudo isso será grande cousa.”De salientar que esta consciência sobre os perigos do desiquilibrios da balança de poder na Europa não eram propriedade exclusiva do então Ministro já que “Nos últimos conselhos tem o governo debatido longamente o problema - e com sentido exacto das responsabilidades”. Estamos pois, bem longe, de um Governo totalmente absorvido na Primavera de 1936 pelas preocupações com os perigos impostos pela vizinha Espanha, tal como nos dão a entender grande parte das sínteses históricas.É, portanto, um extraordinário documento que atesta uma visão mais lata das relações internacionais no Governo de então.. - : ,

Arquivo Gen. Morais Sarmento. - COLECÇÃO de várias missivas dirigidas a Julio Ernesto de Morais Sarmento, datadas entre 1937 e 1940. Um primeiro grupo, de 1937, manifestando pesar pelo falecimento permaturo de seu filho Jorge, um segundo grupo com várias cartas de pesar pela saída do General do mais alto cargo do exército português em 1940, com destaque para três cartas enviadas de Nova Goa, assim como uma referência à condecoração que o General recebeu do Rei de Inglaterra.. - : ,

Arquivo Gen. Morais Sarmento. - CONJUNTO de vários documentos incluindo várias cartas, notas, cópias dactilografadas de relatórios, rascunhos, apontamentos pessoais, constituindo um interessante espólio da actividade do General Morais Sarmento enquanto Major General do Exército.. - : ,

Arquivo Gen. Morais Sarmento. - DANTAS (Júlio). - CARTA dactilografada, datada de 10 de Maio de 1940 e Ofício de resposta de 15 de Maio de 1940. A primeira missiva, assinada por Júlio Dantas, enquanto Presidente da Comissão Nacional dos Centenários, é endereçada ao General Morais Sarmento convidando-o para pronunciar discurso oficial por ocasião de inauguração de um padrão comemorativo no “local tradicional da batalha de Ourique.” O ofício de resposta de Morais de Sarmento apresenta a recusa veemente do convite e as razões para tal resposta negativa, a saber, a deficiente representação condigna que na comemoração dos Centenários se deu ao exército e a sua tomada de posição pessoal, e enquanto Ministro da Guerra em 1928, sobre o local onde decorrera tal batalha, que não era coincidente com o local onde iria decorrer a solenidade oficial para que era convidado. Muito Curioso.. - : ,

Arquivo Gen. Morais Sarmento. - DUAS Missivas de Hélder Ribeiro, Horta-Faial, datadas de 17 de Julho de 1928 e de 16 de Agosto do mesmo ano, assinadas. Rascunho da carta enviada por Morais Sarmento e que é referida na segunda de Helder Ribeiro.Muito interessantes cartas dirigidas ao Gen. Morais Sarmento, ao tempo no posto de Coronel, recusando as deligências que o General empreendeu a fim de Hélder Ribeiro poder regressar a Portugal continental, depois de ter sido deportado por oposição à nova situação política. Em ambas as cartas, o político afirma que “felizmente, apesar de todos os incómodos e contrariedades, o meu modo de sentir e de pensar” sofreram qualquer tipo de alteração. No mesmo sentido actuou junto de amigos no sentido de impedir quaisquer deligências a seu favor “porque, só desejando justiça, não queria ser vexado por ato de benevolência de uma situação, que em minha consciência nos degrada na nossa dignidade de cidadãos”. Na resposta que Morais Sarmento dá ao seu camarada, pede-lhe para “manter-se absolutamente inactivo como político, não hostilizando, por qualquer forma, o actual governo”, o que Helder Ribeiro recusa, repetindo os seus argumentos na segunda missiva. Fica, portanto, bem patente nestas missivas a situação de oposicionista e resistente que Helder Ribeiro iria manter até à data da sua morte.Hélder Ribeiro, natural de Lisboa, 1883, foi filiado no Partido Republicano Português, desde cedo se distinguiu em actividades de propaganda republicana tendo participado activamente nas organizações revolucionárias. Em 1899, foi um dos sócios fundadores da Liga Académica Republicana. Ainda jovem tenente, colaborou com o Almirante Cândido dos Reis, com João Chagas e com o capitão Sá Cardoso na Revolução do 5 de Outubro, distinguindo-se no comando das movimentações militares que levaram à vitória republicana e à proclamação da República. Em 1911 foi eleito deputado à Assembleia Nacional Constituinte pelo círculo eleitoral da Covilhã. Cinco anos depois partiu para Moçambique e aí permaneceu até 1919, como governador do distrito de Tete. Quando voltou a Portugal, tomou posse como Ministro da Guerra e no ano seguinte foi Ministro dos Negócios Estrangeiros. Mais tarde, em 1924, teve a seu cargo o Ministério da Instrução Pública e do Comércio. A partir de 1926, tomou parte activa em campanhas de oposição ao Estado Novo. Morreu no Porto, a 10 de Novembro de 1973.. - : ,

Arquivo Gen. Morais Sarmento. - MEMÓRIA sobre a defesa de Portugal, escrito por Julio Ernesto de Morais Sarmento, filho do Gen. Morais Sarmento, 20 pp.; 230 mm. Acompanhado de um bilhete de seu Pai, assinado e datado de 15 de Julho de 1926, entregue em mão, em que o General tece alguns comentários à memória escrita pelo filho demonstrativos também da sua própria visão do problema. Diz nesse bilhete: “Eu não deixaria de terminar com um epílogo demonstrativo, de que a Defesa Nacional é apenas uma empresa de natureza essencialmente técnico-militar, mas que para ela ocontribuem sobretudo: a instrucção primária convenientemente ensinada, fazendo criar e desenvolver o sentimento patriótico na mocidade; a prosperidade financeira, criando o primeiro elemento material da guerra, que é o dinheiro; o fomento nacional, desenvolvendo não só as vias de comunicação, mas dando o devido alento ao comércio e às indústrias. [...] Poderá até ser afirmado com a mais bem fundamentada audácia que os mais profundos estudosdas condições defensias de uma nação não bastarão para assegurar a sua independência, quando não sejam compartilhadas com as forças sociais, que temos indicado.[...] É um erro expôr que os exércitos bastam para constituir a segurança dos Estados.”Pensamos que o manuscrito se encontra inédito, parecendo ser uma espécie de relatório a um pedido oficial. Muito interessante.. - : ,
Arquivo Gen. Morais Sarmento. - OLIVEIRA (Domingos de). - Rascunho de carta dirigida ao Gen. Domingos de Oliveira, ao tempo presidente do Ministério, e respectiva resposta, manifestando o seu desagrado pelos princípios políticos apresentados a quando da constituição da União Nacional e afastando-se do “stablishement” político de então, já comandado por Oliveira Salzar enquanto ministro das Finanças. No rascunho escreve Morais Sarmento “Tendo nos jornaes diários, atentamente lido o manifesto que o Governo da Presidência de V. Ex.a ao Paíz, com as bases para a organização da União Nacional, venho em harmonia com os princípios porque sempre me tenho regido [...] declarar a V. Ex.a que, [...]não posso concordar com taes bases e consequentemente no campo político por elas defendido, não posso acompanhar”. Mais à frente, Morais Sarmento afirma-se como “descendente de uma das famílias a quem a Liberdade mais deve em Portugal”, não podendo por isso subscrever os principios da União Nacional.Por seu turno, o Gen. Domingos de Oliveira responde afirmado-se surpreso e não percebendo “que as bases da União Nacional, que o governo a que infelizmente para ele, para mim e para a Pátria tenho de presidir, sejam de qualquer forma anti-liberais quando até, e segundo esclarecidos críticos, o são mais que nenhumas outras até hoje aparecidas no Paíz e no estrangeiro.”O rascunho de Morais Sarmento, composto por duas cópias em tudo semelhantes, está datado de 3 de Agosto de 1930 (apenas alguns dias após a fundação da União Nacional a 30 de Julho desse mesmo ano) e um deles assinado. A resposta de Domingos de Oliveira, datada de 7 de Agosto e assinada, foi escrita em papel com o timbre da Presidência do Ministério, e refere a carta de Morais Sarmento como de “3 do corrente”.Valioso conjunto para a história política dos primeiros momentos do Estado Novo.. - : ,

Arquivo Gen. Morais Sarmento. - RASCUNHO de carta do Gen. Morais Sarmento dirigida a Vicente de Freitas e datada de 7 de Dezembro de 1932, onde o remetente se afasta das movimentações no sentido da criação de uma Liga republicana destinada a contrapôr-se à União Nacional, entretanto criada em 1930, no contexto do projecto da Constituição de 1933 a que Vicente de Freitas se opôs e que viria a culminar com a sua demissão por Oliveira Salazar do cargo de Presidente de Câmara de Lisboa que então ocupava.Neste rascunho podemos ficar a conhecer a posição de Morais Sarmento em relação aos procedimentos para a aprovação da nova Constituição, assim como as razões de afastamento em relação ao grupo liderado por Vicente de Freitas e António Osório.Junta-se ao lote um rascunho de abaixo assinado onde se apontam os passos a seguir para a formação de uma nova Constiuição, defendendo a “manutenção dos princípios da administração pública, postos em acção pelos governos da ditadura nacional” especialmente no que se refere às finanças, fomento nacional e na defesa de uma instrução pública gratuita para “as classes menos abastadas”; “promulgação de uma lei de imprensa que dê a esta a indispensável liberdade”; “promulgação duma lei eleitoral que garanta a liberdade do todo individual”; “realizar a eleição presidencial no prazo marcado pela actual lei” e, por fim”, “proceder a eleições gerais para uma Assembleia Constituinte” introduzindo alterações à Constituição de 1911 que “julgar sábias e oportunas”.Muito interessante conjunto de documentos.. - : ,

Arquivo Gen. Morais Sarmento. - SALAZAR (Oliveira). - CARTA Autógrafa, datata de 28 de Novembro de 1937, 3 pp; com envelope. Comovente carta de condolências enviada ao General Morais Sarmento pela morte do seu filho, onde se lêem as tocantes palavras do Presidente do Conselho: “É V.Ex.a um homem forte, mas aos homens da sua têmpera não é vedado sofrer, e quando a morte tão cruelmente os fere, estou em que sofrem ainda mais que os outros.”. - : ,

Arquivo Gen. Morais Sarmento. - SALAZAR (Oliveira). - CARTA Autógrafa, datata de 25 de Janeiro de 1938, 3 pp; com envelope. Trata-se de uma missiva de agradecimento ao General Morais Sarmento, pelo oferta da obra de seu pai «A defesa das Costas de Portugal e a Aliança Inglesa», publicado em 1903. Sobre a temática em questão, Salazar refere que tem muito a esclarecer no seu espírito, e que lhe dedicará algum tempo à sua leitura cuidada. Junto com esta carta de resposta encontra-se o rascunho da missiva endereçada a Salazar por Morais de Sarmento, onde elogia a obra de seu pai e nos dá conta das preocupações que presidiam à discussão estratégico-militar entre estas duas personalidades, já que, Morais de Sarmento acrescentava: “Apenas em ligeiras questões de ordem técnica será necessário ter em consideração o aparecimento da aviação e o aperfeiçoamento da artilharia de grande potencial, no sentido da ampliação das obras de defeza das portas da cidade de Lisboa.” . - : ,
Arquivo Gen. Morais Sarmento. - SALAZAR (Oliveira). - CARTA datada de 2 de Fevereiro de 1938, assindada, com evelope, 8 pp. RASCUNHO de carta de Morais Sarmento a Oliveira Salazar, datada de 24 de Janeiro de 1938, à qual Salazar faz referência, 6 pp., em papel de rascunho timbrado do Ministério da Guerra, Gab. do Major General do Exército.O extenso rascunho de Morais Sarmento aborda entre vários assuntos relacionados com exército e vida militar, a questão dos diplomas saídos em folha oficial de 4 de Janeiro de 1938 sobre a reforma das instituições militares e em particular a questão extremamente delicada e polémica das promoções de oficiais e oficiais generais dos vários ramos das forças armadas. Alude frequentemente ao mau estar que tais diplomas causaram nos diversos escalões da hierarquia militar.A resposta de Oliveira Salazar, no essencial, confirma o conteúdo de tais diplomas, isto é, a legitimidade e bondade de se efectuarem as promoções desde capitão por escolha e as do topo, abrangendo brigadeiros e generais, serem da competência do Conselho de Ministros.Interessantes são as razões e os principios apresentados que sustentam esta resposta, a saber, a de “reduzir ao mínimo humanamente possível o arbtítrio pessoal em favor” de critérios objectivos. Apesar do Presidente do Conselho considerar que o critério de acesso sustentado na antiguidade é “o mais seguro”, também não deixa de referir que “a antiguidade é o que menos noção de responsabilidades exige nos orgãos de execução ou do Conselho de Estado” e que “sob o disfarce de evitar abusos possíveis, leva à prática certa de maior abuso - o nivelamento dos valores desiguais”. Refere ainda que há imagem do modelo do serviço público só uma coisa lhe interessa, que se “proponham os melhores, sempre os melhores e só os melhores”. Expressa que não compreenderia que doze anos depois do 28 de Maio houvesse alguém que ocupando um lugar de tamanha responsabilidade se procurasse servir a si traindo valores mais altos como os da lealdade.Conjunto único, muito interessante.. - : ,
Arquivo General Morais Sarmento. - CARTA autógrafa do General Domingos d’Oliveira a Morais de Sarmento, datada de 28 de Janeiro de 1939, junto com rascunho de resposta de Morais de Sarmento, na mesma data. Nestas missivas referem-se a movimentações militares ocorridas em Lisboa, em que o general Domingos d’Oliveira esteve envolvido, comandando um conjuto de tropas, coadjuvado pelo capitão Chaby. A referência parece remeter-nos para as operações militares do 28 de Maio de 1926, com a exposição do papel que o remetente teve nessa ocasião. . - : ,

Arquivo General Morais Sarmento. - DISCURSOS NA ESCOLA MILITAR. Três discursos de Morais Sarmento proferidos em distintas ocasiões, não datados, na Escola Militar. 1. Discurso manuscrito, 45 ff.; 2. Discurso manuscrito, 28 ff.; Discurso dactilografado 11 ff.. - : ,

Arquivo General Morais Sarmento. - [Colégio Militar]. - RASCUNHO de carta dirigida a ao Capitão Salgueiro Rego apreciando, a pedido deste último, uma série de artigos que escrevera sobre o Colégio Militar, 8 ff. Nesta extensa missiva, Morais Sarmento disserta longamente sobre o programa de estudos, méritos da leccionação, questões regulamentares, disciplinares e organizativas, e vida interna da escola.. - : ,

Arquivo General Morais Sarmento. - ACERVO de Correspondência familiar. Conjunto de 21 cartas, maioritariamente datadas de 1914, endereçadas a Júlio Ernesto de Morais Sarmento versando sobre assuntos de diversa ordem familiar. 19 missivas são remetidas por seu Pai, 1 por sua Mãe e 1 por sua irmã. Para além das amplas considerações familiares, encontram-se sobejas referências ao contexto político e militar da época, não deixando de referenciar eminentes actos e actores do importante momento histórico que se vivia então. . - : ,

Arquivo General Morais Sarmento. - CONJUNTO Váriado de documentos oficiais e pessoais respeitantes à vida militar e pessoal de Júlio Ernesto de Morais Sarmento, incorporando correspondência vária, missivas do Ministério da Guerra, Liga dos Combatentes da Grande Guerra, escola Central de Oficiais, fotografia de militares no adro de Benfica, Manuscrito de discurso aos deputados da nação, Homenagem do comandante do Regimento de Infantaria n.º9, Número da Revista «Defesa Nacional», troca de correspondência com o Grémio Lusitano, Livretes da Criança das suas filhas gémeas (equivalente ao actual boletim médico da criança), recorte de jornal «O Seculo», apontamentos de apicultura. . - : ,

Arquivo General Morais Sarmento. - DOCUMENTO anónimo dactilografado, provavelmente dirigido a Morais de Sarmento, intitulado “O Plano de Fogos do Inimigo”, denunciando negociatas envolvento o negócio da pólvora para as colónias e a Fábrica da Pólvora de Barcarena. Nesta denúncia vêem-se envolvidos os nomes de Afonso Nunes, Vice-presidente do Tribunal de Contas, Caeiro da Mata, advogado da Sociedade Africana de Pólvoras, Mira Feio, Director Geral das indústrias, entre outros. 2 ff.. - : ,

Arquivo General Morais Sarmento. - DOIS Documentos relativos a assuntos de ordem estratégico-militar e politica externa. 1. Documento manuscrito com o timbre do Concelho Superior do Exército, com nota manuscrita titular, de Morais Sarmento, onde se lê “O que disse no Concelho Superior de Defesa Nacional - 2.ª Sessão”. Tratar-se-à de uma intervenção realizada nesse orgão, onde o autor tece várias considerações sobre política externa e em particular sobre a aliança inglesa e a defesa nacional, 4 ff. 2. Interessantíssima Cópia em Stencil, autógrafa, datada de 12 de Maio de 1926, de documento emitido pela 2.ª Repartição do Estado-maior do Exército, 5 ff. Integramente dedicada à enumeração de medidas a tomar para reforço da integridade e defesa do território nacional em caso de invasão espanhola, ou em caso de ataque dos aliados da nação portuguesa a Espanha. Muito Interessante. . - : ,
ÁVILA (Sancho de). - CARTA de Sancho de Ávila, capitão general da Costa do Reino de Granada e Mestre de Campo General, deste exército, nomeando Joseph Lobo escrivão da Câmara do Porto, porquanto a pessoa que antes possuía o dito ofício seguiu o bando de Dom António Prior do Crato. Assinado por Sancho de Ávila, com selo branco, datado de 29 de Outubro de 1580.. - : ,

CARTA MONITÓRIA de Heitor furtado de Mendonça, Protonotário Apostólco, deputado do Santo Ofício da Inquisição e Juiz Conservador das Ordens Militares, para o procurador e oficiais da finta para a Igreja de Nossa Senhora da Oliveira de Matacães, termo de Torres Vedras, não cobrarem nenhuma contribuição a nuno Gonçalves Perestrelo, pois ele estava isento dessas contribuições por bulas e indultos. Documento assinado por Heitor Furtado Mendonça, datado de 22 de Agosto de 1606, conserva selo branco; 7 pp.. - : ,

CERTIDÃO passada por Fr. Joseph Baynes, Dom Prior do Convento de Tomar e Geral da Ordem de Cristo, transcrevendo a carta régia que concede a Simeão Alvo o hábito de Cristo e declarando que lhe lançou o hábito da dita ordem. Documento assinado por Joseph Baynes, conserva selo branco da ordem de Cristo, datado de 13 de Agosto de 1653.. - : ,

CERTIDÃO passada por Frei Adrião, superior do Convento de Tomar na Ordem de Cristo, declarando que Nuno Gonçalves Perestrelo, filho de Bartolomeu Perestrelo, recebeu o hábito da dita ordem no dito Convento de Tomar aos 30 de Outubro de 1584, por virtude de uma provisão da Sua Majestade, que transcreve. Documento assinado por Frei Adrião, conserva selo branco.. - : ,
CINATTI (Ruy). - POEMA MANUSCRITO, assinado e datado de 6 de Agosto de 1983, sem título, 1 f. “Navergar ao acaso/ sobre múltipla ondas/ que rombam, se cruzam/ sem sentido algum; DEZ POEMAS dactilografados, datados e assinados, 2 ff. Desconhecemos se os poemas se encontram inéditos . - : ,

CONJUNTO de 3 documentos que integra: 1. Licencença de missa nova passada ao padre Valério Alvo pelo Bispo do Porto, D. João de Sousa, datado de 15 de Julho de 1694; 2. Duas certidões de ordens sacras conferidas a Valério Alvo, Abade de S. Mamede de Guisande, filho ilegítimo de António Alvo Godinho e Teresa Freire, datadas de 1694. Assinadas por D. João de Melo, Bispo-conde, e selo branco das suas armas.. - : ,

CÓPIA de uma carta dirigida ao Conde-duque, sobre o aprovisionamento e apetrechamento do exército e da armada de Oram, com interessantes referencias à transação de cavalos persas, com as respectivas designações dos preços de venda. Importante documento para a história militar e económica. Datado de 20 de Julho de 1662.. - : ,
D. CATARINA . - CARTA da Rainha D. Catarina ordenando ao Prior do Convento de Cristo em Tomar que receba Frei Bartolomeu Perestrelo por cavaleiro professo dessa ordem. Documento assinado pela rainha, datado de 27 de Janeiro de 1558. Junto com certidão de Frei Vicente, Prior do convento de Tomar, declarando que Frei Bartolomeu Perestrelo, Cavaleiro da Ordem de Cristo, fez profissão em 18 de Fevereiro de 1559, com Selo Branco da Ordem de Cristo.. - : ,
D. FILIPE II. - CARTA de D. Filipe fazendo mercê a Nuno Gonçalves Perestrelo, fidalgo da casa de El-Rei, filho de Bartolomeu Perestrelo, de o acrescentar de escudeiro a cavaleiro, por respeito de se achar na batalha de Alcacer, onde ficou cativo, com 1800 reis de moradia e um alqueire de cevada. Documento assinado pelo Rei, dado em 25 de Abril de 1589.. - : ,


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